Para ver claramente, basta mudar a direcção do olhar
Antoine de Sain-Exupéry
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Carta do Dia: A Torre Fulminada

Eliminando o que não serve mais
O arcano XVI emerge como arcano conselheiro para este momento de sua vida, Fábio, sugerindo que é chegado um importante momento em sua existência: o tempo para romper com tudo aquilo que não lhe serve mais e que você preservava apenas por manutenção de fachadas. Estas coisas que precisam ser eliminadas podem ser (e geralmente são) internas e têm a ver com hábitos, modelos mentais e expectativas falsas. Mas podem ser também relacionamentos falidos, projetos que não dão em nada, ou seja, qualquer coisa que não faz mais nenhum sentido em sua vida e que você talvez não tenha ainda a coragem de eliminar. Todavia, é preciso agir, caso contrário a negatividade se tornará pior. Enfrente com coragem este momento de varredura radical!
Conselho: A coragem é necessária para enfrentar problemas de difícil solução.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
NÃO É COINCIDÊNCIA, PORRA!!!!
Carta do Dia: A Sacerdotisa
Reflexão e ponderação: o melhor caminho
A Sacerdotisa, arcano II do Tarot, emerge como carta de aconselhamento para este momento de sua vida, Fábio. A recomendação aqui é simples, direta e clara: quietude, contemplação, espera. A planta não brota mais rápido por conta do nosso bel prazer e sim por conta de suas reais e naturais necessidades. Não tente precipitar o que demanda tempo, saiba esperar o tempo certo. Procure se voltar para dentro de si e buscar em seu próprio interior as respostas de que tanto necessita. Forçar os acontecimentos externos agora pode ser frustrante, pois o momento envolve a necessidade de introspecção reflexiva.
Conselho: Volte-se mais para dentro de si. O momento não é para ações exteriores.
(www.personare.com)
E esta, ein!?

Reflexão e ponderação: o melhor caminho
A Sacerdotisa, arcano II do Tarot, emerge como carta de aconselhamento para este momento de sua vida, Fábio. A recomendação aqui é simples, direta e clara: quietude, contemplação, espera. A planta não brota mais rápido por conta do nosso bel prazer e sim por conta de suas reais e naturais necessidades. Não tente precipitar o que demanda tempo, saiba esperar o tempo certo. Procure se voltar para dentro de si e buscar em seu próprio interior as respostas de que tanto necessita. Forçar os acontecimentos externos agora pode ser frustrante, pois o momento envolve a necessidade de introspecção reflexiva.
Conselho: Volte-se mais para dentro de si. O momento não é para ações exteriores.
(www.personare.com)
E esta, ein!?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Há coisas que se descobrem...
De uma coisa o senhor soberano tem de estar agradecido.
De eu lhe propocionar assistir a esta tão bela maneira de viver e,
de certo modo, aprender um pouco mais comigo.
Não me levantarei da cadeira de espectador,
pois tenho o grande interesse de experimentar mais uma...
De eu lhe propocionar assistir a esta tão bela maneira de viver e,
de certo modo, aprender um pouco mais comigo.
Não me levantarei da cadeira de espectador,
pois tenho o grande interesse de experimentar mais uma...
do vizinho www.cenasdotiko.blogspot.com
Aceita o Universo...
Aceita o universo
Como to deram os deuses.
Se os deuses te quisessem dar outro
Ter-to-iam dado.
Se há outras matérias e outros mundos
Haja.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Como to deram os deuses.
Se os deuses te quisessem dar outro
Ter-to-iam dado.
Se há outras matérias e outros mundos
Haja.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
terça-feira, 4 de agosto de 2009
dias
em certos dias não apetece ter muita gente à volta... então, lê-se um livro, por exemplo.
pessoas falam comigo, oiço as suas vozes, mas não percebo aquilo que dizem, porque as ideias andam a 1000 à hora na minha cabeça (ou seja, oiço tudo, menos aquilo que a pessoa está a dizer)...
sabe sempre bem fugir um pouco, para um canto que naquela altura é só meu.
ouve-se uma musica na rádio, que por acaso é a adequada (para não dizer que é realmente aquela que se quer ouvir...)
fumam-se 3 cigarros, apenas o primeiro aceso com um isqueiro, os restantes acesos uns pelos outros...
e um trecho fica na cabeça:
... não compreendes, pai, que não posso dormir enquanto não deitar cá para fora tudo o que tenho cá dentro, recordações, desejos, poeiras no caminho, ando esquecido de como se sorri, às três da manhã gostaria que alguém ouvisse as minhas queixas, não, não tenhas medo, pai, a morte da Rita não mudou a minha vida, vou falar mais com este médico que arranjaste e entrar na Faculdade, quem mudou a minha vida foi a morte do avô, é como se ouvisse um barulho ao longe, a sua voz rouca chega a mim devagarinho, um ruído estranho...
(*) - Tudo o que temos Cá Dentro, de Daniel Sampaio
pessoas falam comigo, oiço as suas vozes, mas não percebo aquilo que dizem, porque as ideias andam a 1000 à hora na minha cabeça (ou seja, oiço tudo, menos aquilo que a pessoa está a dizer)...
sabe sempre bem fugir um pouco, para um canto que naquela altura é só meu.
ouve-se uma musica na rádio, que por acaso é a adequada (para não dizer que é realmente aquela que se quer ouvir...)
fumam-se 3 cigarros, apenas o primeiro aceso com um isqueiro, os restantes acesos uns pelos outros...
e um trecho fica na cabeça:
... não compreendes, pai, que não posso dormir enquanto não deitar cá para fora tudo o que tenho cá dentro, recordações, desejos, poeiras no caminho, ando esquecido de como se sorri, às três da manhã gostaria que alguém ouvisse as minhas queixas, não, não tenhas medo, pai, a morte da Rita não mudou a minha vida, vou falar mais com este médico que arranjaste e entrar na Faculdade, quem mudou a minha vida foi a morte do avô, é como se ouvisse um barulho ao longe, a sua voz rouca chega a mim devagarinho, um ruído estranho...
(*) - Tudo o que temos Cá Dentro, de Daniel Sampaio
quinta-feira, 30 de julho de 2009
estava num dado carro, e pus-me a pensar no efeito que pequenas coisas podem ternas nossas vidas, e na nossa maneira de pensar.
neste caso foi uma musica, que por sinal até nem me dizia muito.
mas senti um frio na barriga, e parece que algumas coisas ficaram mais fáceis...
... que me consegui valorizar mais, pensar mais em mim, menos nos outros, e esquecer outras tantas coisas...
tenho plena noção que é "do momento", e que não perdura.
amanhã quando me levantar outra vez, irei sentir a mesma coisa, pensar da mesma maneira e agir de igual modo.
mas não deixa de se tornar interessante reflectir sobre isto, e tentar perceber qual o efeito, arranjar uma explicação lógica para o "frio no estômago" que senti, e a força enorme de me levantar daquele banco e começar a correr, de começar a sair daqui para outro sitio, a visitar sitios novos, e conhecer outra gente...
amanhã logo se vê, o momento foi bom!
neste caso foi uma musica, que por sinal até nem me dizia muito.
mas senti um frio na barriga, e parece que algumas coisas ficaram mais fáceis...
... que me consegui valorizar mais, pensar mais em mim, menos nos outros, e esquecer outras tantas coisas...
tenho plena noção que é "do momento", e que não perdura.
amanhã quando me levantar outra vez, irei sentir a mesma coisa, pensar da mesma maneira e agir de igual modo.
mas não deixa de se tornar interessante reflectir sobre isto, e tentar perceber qual o efeito, arranjar uma explicação lógica para o "frio no estômago" que senti, e a força enorme de me levantar daquele banco e começar a correr, de começar a sair daqui para outro sitio, a visitar sitios novos, e conhecer outra gente...
amanhã logo se vê, o momento foi bom!
sábado, 4 de julho de 2009
Há dias e dias...

os dias correm cada vez mais depressa...
ás vezes nem dou pelo passar do tempo!
ás vezes...
sim... por momentos (ou em certos momentos), o tempo demora a passar!
se há dias que nem os vejo, outros há que me apercebo (demasiado) daquilo que se passa comigo, e à minha volta.
tenho saudades do antigamente!
de quando tudo era mais simples, de quando nunca de parava de pensar em mim, e menos nos outros...
aí é que está o problema!
pensar mais em mim, e menos nos outros...
mas agora não sinto que tenha forças para descobrir como voltar a fazê-lo...
parece mais fácil deixar-me levar, e deixar de pensar em mim, de fazer aquilo que sempre fiz...
lembro-me de alturas em que acordava e me deitava a sorrir... com um sorriso de orelha a orelha...
lavava-me,
vestia-me,
e saía de casa...
o sorriso continuava, e acompanhava-me para onde quer que fosse...
ás vezes insistia em sair da minha boca, mas eu não deixava...
parece que possuia estratégias, forças para que isso não acontecesse...
chegava novamente a casa,
jantava,
e quando ia dormir o sorriso permanecia
(nem sei se não estava comigo enquanto dormia...)
Agora não é bem assim.
há dias de sorriso (ou momentos de sorriso)
e há dias de não-sorriso [definitivamente que de outra forma a expressão seria demasiado negativa...] ...
"Leva-me pra casa"... e mostra-me o caminho!
ás vezes nem dou pelo passar do tempo!
ás vezes...
sim... por momentos (ou em certos momentos), o tempo demora a passar!
se há dias que nem os vejo, outros há que me apercebo (demasiado) daquilo que se passa comigo, e à minha volta.
tenho saudades do antigamente!
de quando tudo era mais simples, de quando nunca de parava de pensar em mim, e menos nos outros...
aí é que está o problema!
pensar mais em mim, e menos nos outros...
mas agora não sinto que tenha forças para descobrir como voltar a fazê-lo...
parece mais fácil deixar-me levar, e deixar de pensar em mim, de fazer aquilo que sempre fiz...
lembro-me de alturas em que acordava e me deitava a sorrir... com um sorriso de orelha a orelha...
lavava-me,
vestia-me,
e saía de casa...
o sorriso continuava, e acompanhava-me para onde quer que fosse...
ás vezes insistia em sair da minha boca, mas eu não deixava...
parece que possuia estratégias, forças para que isso não acontecesse...
chegava novamente a casa,
jantava,
e quando ia dormir o sorriso permanecia
(nem sei se não estava comigo enquanto dormia...)
Agora não é bem assim.
há dias de sorriso (ou momentos de sorriso)
e há dias de não-sorriso [definitivamente que de outra forma a expressão seria demasiado negativa...] ...
"Leva-me pra casa"... e mostra-me o caminho!
domingo, 7 de junho de 2009
Eu Queria Ter o Tempo e o Sossego Suficientes
Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes
Para não pensar em coisa nenhuma,
Para nem me sentir viver,
Para só saber de mim nos olhos dos outros, reflectido.
Alberto Caeiro
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