sábado, 21 de fevereiro de 2009

Madredeus... Em dose dupla!

O Pomar das Laranjeiras


Ao Longe o Mar

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Visto por outros...

"O meu actor principal….
O Fábio, ou Pousinho para os amigos…É um menino inteligente, aplicado, ciente das suas responsabilidades e muito ambicioso. Não tenho dúvidas de que terá um futuro repleto de sucessos!
Uma das pessoas mais puras que conheci até hoje, é para mim uma referência, quer como estudante de Enfermagem e futuro Enfermeiro, quer enquanto pessoa!
Poderia escrever longas páginas sobre a sua pessoa e sobre aquilo que significa para mim, mas jamais me conformaria com as palavras que escreveria, pois ao descrever aqueles de quem gostamos parecemos não conseguir deixar transparecer o quão importantes são para nós, o quão importante és para mim, Pousinho!
Há quatro anos entraste na minha vida e desde então os nossos laços têm-se tornado sólidos. Tão sólidos que sobrevivem a qualquer tempestade, qualquer mau humor, qualquer problema… Pode parecer pouco tempo, mas já partilhamos tantas coisas que os anos tornam-se irrelevantes. Sinto que te conheço desde sempre.
És uma grande pessoa e uma pessoa grande, com os teus longos braços todos os dias me cumprimentas com um abraço carinhoso, um grande sorriso e um beijinho ternurento na bochecha, sem os quais eu já não passo.
De personalidade extrovertida, energética, irradiante de boa disposição, dotado de capacidade de ouvir e compreender os outros, adoro a sua companhia, as suas gargalhadas estridentes que ecoam por toda a ESS e a forma como me faz cócegas só para me irritar. =P
A sua amizade é viciante, mais do que um amigo, um irmão….

… Que o teu palco seja a minha vida, a encenadora a nossa amizade e tu para sempre um actor principal!

Gosto Muito, Muito, Muito de Ti. =)"

A.A.

Musica de Filme

Dentro de mim...
Por dentro de mim...
É pena quase não poder ficar...
És quente quando a luz te traz...
Quase te vi amor...
Quase nasci sem ti...
Quase morri dentro de mim...
Ficas dentro de mim...
Por dentro de mim...
Estás dentro de mim...

Silêncio, lua, casa, chão...
És sítio onde as mãos se dão...
Quase larguei a dor...
Quase perdi...
Quase morri dentro de mim...
Estás dentro de mim...
Por dentro de mim...
Ficas dentro de mim...

Sempre sou mais um homem, mais humano, mais um fraco
Sempre sou mais um braço, mais um corpo, mais um grito
Sempre...
Dança em mim!
Mundo, vida e fim...
Dorme aqui, dentro de mim...

É pena quase não poder ficar
No sítio onde as mãos se dão...
Quase fugi amor, quase não vi...
Vamos embora daqui para dentro de mim

Toranja

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Pastor

Ai que ninguém volta
ao que já deixou
ninguém larga a grande roda
ninguém sabe onde é que andou

Ai que ninguém lembra
nem o que sonhou
(e) aquele menino canta
a cantiga do pastor

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
deixa a alma de vigia

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
acordar é que eu não queria.

Madredeus

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Auto-Retrato

Quando me olho ao espelho, vejo que sou:

Alegre, dependendo dos dias
Divertido, quase sempre!
Paciente, quando tenho que esperar…
Amigo, de quem se mostra meu amigo…
Trabalhador, quando quero atingir os meus objectivos!
Investigador, quando algo me intriga!
Inteligente, de certa forma…
Interessado, pelo teatro e pela enfermagem…
Apreciador, de uma boa bebida!
Guloso, por chocolates e gelados!
Bom ouvinte, escutando as angustias de alguns e os medos de outros…
Conselheiro, para quem precisa ou o merece…
Ambicioso, quero sempre mais…
Adepto de festas!
Perdido por ouvir Clã, a minha banda favorita!
Dorminhoco, durmo sempre que posso…
Comunicativo, adoro falar, gesticular e expressar-me!
Apaixonado por viagens e por conhecer sítios novos…
Amante da natureza e do mar!
Observador, gosto de ver aquilo que me rodeia…

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

sábado, 24 de janeiro de 2009

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Velho...



Parado e atento à raiva do silêncio
De um relógio partido e gasto pelo tempo
Estava um velho sentado no banco de um jardim
A recordar fragmentos do passado

Na telefonia tocava uma velha canção
E um jovem cantor falava na solidão
Que sabes tu do canto de estar só assim
Só e abandonado como o velho do jardim?

O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim

Passam os dias e sentes que és um perdedor
Já não consegues saber o que tem ou não valor
O teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim
Para dares lugar a outro no teu banco do jardim

O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um resto de tudo o que existiu
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim


Mafalda Veiga

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Uma questão de limites...


"Ultrapassar os limites não é um erro menor do que ficar aquém deles"

Confúcio

Pensamento do Dia