Ai que ninguém volta
ao que já deixou
ninguém larga a grande roda
ninguém sabe onde é que andou
Ai que ninguém lembra
nem o que sonhou
(e) aquele menino canta
a cantiga do pastor
Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
deixa a alma de vigia
Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
acordar é que eu não queria.
Madredeus
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Auto-Retrato
Quando me olho ao espelho, vejo que sou:
Alegre, dependendo dos dias
Divertido, quase sempre!
Paciente, quando tenho que esperar…
Amigo, de quem se mostra meu amigo…
Trabalhador, quando quero atingir os meus objectivos!
Investigador, quando algo me intriga!
Inteligente, de certa forma…
Interessado, pelo teatro e pela enfermagem…
Apreciador, de uma boa bebida!
Guloso, por chocolates e gelados!
Bom ouvinte, escutando as angustias de alguns e os medos de outros…
Conselheiro, para quem precisa ou o merece…
Ambicioso, quero sempre mais…
Adepto de festas!
Perdido por ouvir Clã, a minha banda favorita!
Dorminhoco, durmo sempre que posso…
Comunicativo, adoro falar, gesticular e expressar-me!
Apaixonado por viagens e por conhecer sítios novos…
Amante da natureza e do mar!
Observador, gosto de ver aquilo que me rodeia…
Alegre, dependendo dos dias
Divertido, quase sempre!
Paciente, quando tenho que esperar…
Amigo, de quem se mostra meu amigo…
Trabalhador, quando quero atingir os meus objectivos!
Investigador, quando algo me intriga!
Inteligente, de certa forma…
Interessado, pelo teatro e pela enfermagem…
Apreciador, de uma boa bebida!
Guloso, por chocolates e gelados!
Bom ouvinte, escutando as angustias de alguns e os medos de outros…
Conselheiro, para quem precisa ou o merece…
Ambicioso, quero sempre mais…
Adepto de festas!
Perdido por ouvir Clã, a minha banda favorita!
Dorminhoco, durmo sempre que posso…
Comunicativo, adoro falar, gesticular e expressar-me!
Apaixonado por viagens e por conhecer sítios novos…
Amante da natureza e do mar!
Observador, gosto de ver aquilo que me rodeia…
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Velho...

Parado e atento à raiva do silêncio
De um relógio partido e gasto pelo tempo
Estava um velho sentado no banco de um jardim
A recordar fragmentos do passado
Na telefonia tocava uma velha canção
E um jovem cantor falava na solidão
Que sabes tu do canto de estar só assim
Só e abandonado como o velho do jardim?
O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim
Passam os dias e sentes que és um perdedor
Já não consegues saber o que tem ou não valor
O teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim
Para dares lugar a outro no teu banco do jardim
O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um resto de tudo o que existiu
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim
De um relógio partido e gasto pelo tempo
Estava um velho sentado no banco de um jardim
A recordar fragmentos do passado
Na telefonia tocava uma velha canção
E um jovem cantor falava na solidão
Que sabes tu do canto de estar só assim
Só e abandonado como o velho do jardim?
O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim
Passam os dias e sentes que és um perdedor
Já não consegues saber o que tem ou não valor
O teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim
Para dares lugar a outro no teu banco do jardim
O olhar triste e cansado procurando alguém
E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém
Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver
A imagem da solidão que irão viver
Quando forem como tu
Um resto de tudo o que existiu
Quando forem como tu
Um velho sentado num jardim
Mafalda Veiga
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
para cada um interpretar do seu modo...

"Terror em cada uma daquelas pessoas na linda praia, no entardecer de tirar o fôlego.
Terror de ficar sozinho,
terror do escuro que povoava a imaginação dos demónios,
terror de fazer qualquer coisa fora do manual de bom comportameto,
terror do julgamento de Deus,
terror dos comentários dos homens,
terror da justiça que punia qualquer falta,
terror de arriscar e perder,
terror de ganhar e ter de conviver com a inveja,
terror de amar e ser rejeitado,
terror de pedir aumento,
terror de aceitar um convite,
de ir para lugares desconhecidos,
de não conseguir falar uma lingua estrangeira,
de não ter capacidade de impressionar os outros,
de ficar velho,
de morrar,
de ser notado por causa dos seus defeitos,
de não ser notado por causa das suas qualidades,
de não ser notado nem pelos seus defeitos nem pelas suas qualidades.
Terror, terror, terror.
(...)"
Paulo Coelho
In: O Demónio e a Senhorita Prym
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Leituras de Férias...
"As pessoas querem mudar tudo, e ao mesmo tempo desejam que tudo continue igual".
Paulo Coelho
In: O Demónio e a Senhorita Prym
Paulo Coelho
In: O Demónio e a Senhorita Prym
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