terça-feira, 16 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Hoje

Quantas vezes somos nós confrontados com coisas que nunca pensámos?
Quantas vezes estivemos nós perante um sentimento que nunca pensámos sentir?
Quantas vezes estivemos nos perante uma pessoa que nos arrasa da cabeça aos pés e, sem nos movermos, tentamos disfarçar o quanto ela mexe connosco?
Quantas vezes tentámos desviar a atenção, sempre que estamos com aquela pessoa?
Quantas vezes a ignoramos, apenas para nos sentirmos melhor?
Quantas vezes passámos por ela, sem lhe dizer um olá?
Ou, pelo contrário, num dos dias sim, lhe falámos como se não a víssemos há anos?
Se hoje tentássemos encarar o confronto, o sentimento, o físico e a atenção…
Se hoje não disfarçássemos…
Se hoje lhe déssemos um pouco de atenção…
E um pouco de nós…
Se hoje lhe disséssemos olá…
Se hoje fosse um dia sim…
Se hoje não a ignorássemos…
Hoje, seria bem mais feliz…
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Aperto

Ainda sinto o aperto no peito, como dantes...
Aquele sobressalto que não me deixa dormir, quanto mais viver...
Viver...
Viver é passar os dias sem pensar.
Viver é passar os dias como passava dantes...
... sem pensar...
Agora penso demais.
mas não em mim..
mais nos outros,
para os outros...
Menos para mim,
e para os meus...
Estou deserto para que este aperto desapareça e eu possa voltar a ser eu
outra vez
como dantes
para sempre.
Custa...
Nem sempre temos consciencia daquilo que (não) fazemos...Muitas das vezes, torna-se mais grave não tomar certa atitude, que tomar uma decisão errada...
Ás vezes, custa expressar o que sinto cá dentro.
Custa-me dizer que gosto das pessoas...
Custa-me dizer que é com aquela pessoa que me apetece estar...
Custa-me dizer que é com aquela pessoa que me apetece estar...
Custa-me...
Custa-me perceber a causa disto tudo...
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Tudo o que temos cá dentro (II)
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Tudo o que temos cá dentro
"Queria dizer-te uma coisa: agora que já decidi morrer, a casa do Meco é para mim uma ruína. Os locais de amor infeliz transformam-se em destroços. No momento em que tive a certeza que não veria de novo o teu cabelo com gel e o teu olhar de miudo, em que fiquei certa de que a minha salvação, dantestão perto, se tinha perdido em definitivo, para quê continuar?
Sei, neste instante, que só restam sombras, medos, solidão à noite no meu quarto, a minha mãe na sala ao lado a ver televisão, a frase do meu pai quando o encontrei há um ano num café de Campolide (um balcão enorme a servir sopas, pastéis de bacalhau e rissóis de camarão, mesas alinhadas a quatro, uma toxicodependente magríssima a pedir um bolo e a ser mandada embora por um empregado de bigode).
«A vida é um dilema singelo, ou se é bigorna ou se é martelo»"
Daniel Sampaio
Sei, neste instante, que só restam sombras, medos, solidão à noite no meu quarto, a minha mãe na sala ao lado a ver televisão, a frase do meu pai quando o encontrei há um ano num café de Campolide (um balcão enorme a servir sopas, pastéis de bacalhau e rissóis de camarão, mesas alinhadas a quatro, uma toxicodependente magríssima a pedir um bolo e a ser mandada embora por um empregado de bigode).
«A vida é um dilema singelo, ou se é bigorna ou se é martelo»"
Daniel Sampaio
terça-feira, 24 de junho de 2008
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