domingo, 20 de julho de 2008

Aperto


Ainda sinto o aperto no peito, como dantes...

Aquele sobressalto que não me deixa dormir, quanto mais viver...

Viver...

Viver é passar os dias sem pensar.

Viver é passar os dias como passava dantes...

... sem pensar...


Agora penso demais.

mas não em mim..

mais nos outros,

para os outros...


Menos para mim,

e para os meus...


Estou deserto para que este aperto desapareça e eu possa voltar a ser eu

outra vez

como dantes

para sempre.

Custa...

Nem sempre temos consciencia daquilo que (não) fazemos...
Muitas das vezes, torna-se mais grave não tomar certa atitude, que tomar uma decisão errada...

Ás vezes, custa expressar o que sinto cá dentro.

Custa-me dizer que gosto das pessoas...
Custa-me dizer que é com aquela pessoa que me apetece estar...
Custa-me...


Custa-me perceber a causa disto tudo...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Tudo o que temos cá dentro (II)


"Batem as Portas, em tons de suicidio, como se fosse um corpo a cair do nono andar..."


Daniel Sampaio

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Tudo o que temos cá dentro

"Queria dizer-te uma coisa: agora que já decidi morrer, a casa do Meco é para mim uma ruína. Os locais de amor infeliz transformam-se em destroços. No momento em que tive a certeza que não veria de novo o teu cabelo com gel e o teu olhar de miudo, em que fiquei certa de que a minha salvação, dantestão perto, se tinha perdido em definitivo, para quê continuar?
Sei, neste instante, que só restam sombras, medos, solidão à noite no meu quarto, a minha mãe na sala ao lado a ver televisão, a frase do meu pai quando o encontrei há um ano num café de Campolide (um balcão enorme a servir sopas, pastéis de bacalhau e rissóis de camarão, mesas alinhadas a quatro, uma toxicodependente magríssima a pedir um bolo e a ser mandada embora por um empregado de bigode).
«A vida é um dilema singelo, ou se é bigorna ou se é martelo»"
Daniel Sampaio

terça-feira, 24 de junho de 2008

sábado, 14 de junho de 2008

Ouvi dizer... (Como antigamente!)

Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma

Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma! Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!

A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!


Ornatos Violeta

Coisas que não conseguimos deter

O quão ténue é a barreira entre a vida e a morte...
Interrogo-me muitas vezes se a podemos vencer... Prender junto de nós aqueles de quem mais gostamos...

Aqueles que nos fazem falta...


Mas é por gostar muito de ti que hoje estive ao teu lado...

Estive junto do teu coração...

Do teu grande coração, que nunca o quero perder...


Aquele coração que já conheço à muito.

E ainda bem que assim o é.

Sempre ouvi dizer que as coisas boas superam as coisas más...E de facto tem mesmo de ser assim...


Para ti, que o perdes-te hoje e que nunca mais o irás ver...

Para ti, simplesmente por seres para ti...

Para ti, porque és muito importante para mim...


Aquele abraço de sempre...

e para sempre...

sábado, 31 de maio de 2008

No ouvido...

É um misto de emoções...




...Que não teima em desaparecer.




Esta dualidade que permanece.


Já não sei que pense.


Que responda.


Que faça.




Nem quero saber.


Ás vezes fechar os olhos basta.


Respirar alivia.


Pensar dói.




Por isso basta fechar os olhos e não pensar.


Assim sentimos o alivio e a dor fica longe.




(e não me apetece escrever mais.


Talvez já não saiba o que escrever..)
























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(apetecEu-me)

Como nos bons velhos tempos...

Pensamento do Dia