segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Rotina

Para trás fica a cama, as horas de dormir, as horas de sair, as horas de estar no pc a fazer o que me apetece, as horas de estar no sofá, as horas de estar com os meus.
No presente ficam as horas de estar na escola que nunca mais acabam, as horas gastas em frente ao pc a fazer trabalhos, as horas de andar a chuva, as horas de stressar, as horas de preocupação, as horas de sono perdidas...
Que o presente passe depressa.
domingo, 4 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Algo antigo...
(...) As pessoas vivem muito agarradas à negatividade, ás coisas ‘más’ da vida.Diria mais: ás grandes coisas ‘más’ da vida.
As coisas ’boas’, essas, são as mais pequenas, as que duram menos tempo…
São aquelas que quase nunca agarramos e deixamos passar…
São aquelas que só as vemos quando as grandes coisas ‘más’ se aproximam ou já estão presentes. (...)
De Stig Dagerman...
sábado, 27 de outubro de 2007
Outra vez... Teatro!
Daqui podemos ler:
“Fala da vida e da morte, fala do tempo, fala da liberdade, e, portanto, são temas intemporais que interessam sempre à humanidade e ao Teatro”, afirma o encenador do Arte Viva, Jorge Cardoso.
Embora este não seja um texto teatral, e “em que não há verdadeiramente uma acção dramática”, Jorge Cardoso optou por este artigo por ser “um texto muito rico do ponto de vista das ideias e da reflexão”. Ao usar a sua “liberdade”, enquanto criador, Jorge Cardoso garante que estes eram realmente “o texto e o espectáculo que queria fazer agora”, o que lhe permitiu viver “um dos melhores momentos” da sua vida na companhia.
“Fala da vida e da morte, fala do tempo, fala da liberdade, e, portanto, são temas intemporais que interessam sempre à humanidade e ao Teatro”, afirma o encenador do Arte Viva, Jorge Cardoso.
Embora este não seja um texto teatral, e “em que não há verdadeiramente uma acção dramática”, Jorge Cardoso optou por este artigo por ser “um texto muito rico do ponto de vista das ideias e da reflexão”. Ao usar a sua “liberdade”, enquanto criador, Jorge Cardoso garante que estes eram realmente “o texto e o espectáculo que queria fazer agora”, o que lhe permitiu viver “um dos melhores momentos” da sua vida na companhia.
Daqui podemos ver:


> 12 anos
Teatro Municipal do Barreiro (Centro Comercial Pirâmides, Rua Vasco da Gama, Barreiro)
25 de Outubro até 15 de Dezembro
Sextas e sábados, pelas 22 horas
Bilheteira: quinta a sábado, das 18 às 22 horas
Telefone para reservas: 21 206 08 60.
Preço: 7,5 euros para o público em geral / e 5 euros para crianças, estudantes e > 65.
[http://www.arteviva-barreiro.blogspot.com/]
domingo, 21 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
Sexto Andar

Uma canção passou no rádio…
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
Clã
Vi-os hoje ao vivo... algo de extraordinário...
Principalmente esta musica...
'Cintura', o novo álbum, que vale a pena comprar...
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