sábado, 27 de outubro de 2007
Outra vez... Teatro!
Daqui podemos ler:
“Fala da vida e da morte, fala do tempo, fala da liberdade, e, portanto, são temas intemporais que interessam sempre à humanidade e ao Teatro”, afirma o encenador do Arte Viva, Jorge Cardoso.
Embora este não seja um texto teatral, e “em que não há verdadeiramente uma acção dramática”, Jorge Cardoso optou por este artigo por ser “um texto muito rico do ponto de vista das ideias e da reflexão”. Ao usar a sua “liberdade”, enquanto criador, Jorge Cardoso garante que estes eram realmente “o texto e o espectáculo que queria fazer agora”, o que lhe permitiu viver “um dos melhores momentos” da sua vida na companhia.
“Fala da vida e da morte, fala do tempo, fala da liberdade, e, portanto, são temas intemporais que interessam sempre à humanidade e ao Teatro”, afirma o encenador do Arte Viva, Jorge Cardoso.
Embora este não seja um texto teatral, e “em que não há verdadeiramente uma acção dramática”, Jorge Cardoso optou por este artigo por ser “um texto muito rico do ponto de vista das ideias e da reflexão”. Ao usar a sua “liberdade”, enquanto criador, Jorge Cardoso garante que estes eram realmente “o texto e o espectáculo que queria fazer agora”, o que lhe permitiu viver “um dos melhores momentos” da sua vida na companhia.
Daqui podemos ver:


> 12 anos
Teatro Municipal do Barreiro (Centro Comercial Pirâmides, Rua Vasco da Gama, Barreiro)
25 de Outubro até 15 de Dezembro
Sextas e sábados, pelas 22 horas
Bilheteira: quinta a sábado, das 18 às 22 horas
Telefone para reservas: 21 206 08 60.
Preço: 7,5 euros para o público em geral / e 5 euros para crianças, estudantes e > 65.
[http://www.arteviva-barreiro.blogspot.com/]
domingo, 21 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
Sexto Andar

Uma canção passou no rádio…
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
Clã
Vi-os hoje ao vivo... algo de extraordinário...
Principalmente esta musica...
'Cintura', o novo álbum, que vale a pena comprar...
sábado, 13 de outubro de 2007
Querida Pequenina...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Pensamento
Por e simplesmente...
sábado, 22 de setembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)





