domingo, 21 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
Sexto Andar

Uma canção passou no rádio…
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
E quando o seu sentido se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio…
Encontrou no 6º andar,
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular.
Que a canção,
Estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ele nem soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar
Um sopro,
Um calafrio,
Raio de sol,
No refrão…
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio,
Numa simples…
Canção!
Clã
Vi-os hoje ao vivo... algo de extraordinário...
Principalmente esta musica...
'Cintura', o novo álbum, que vale a pena comprar...
sábado, 13 de outubro de 2007
Querida Pequenina...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Pensamento
Por e simplesmente...
sábado, 22 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Uma questão de mundos...
- Não! Não! Eu não quero um elefante numa jibóia. A jibóia é perigosa e o elefante ocupa muito espaço. Tudo é pequeno onde eu moro. Preciso é dum carneiro. Desenha-me um carneiro.
Então eu desenhei.
Olhou atentamente, e disse:
- Não! Este já está muito doente. Desenha outro.
Desenhei de novo.
O meu amigo sorriu com indulgência:
- Bem, isto não é um carneiro. É um bode... Olha os chifres...
Fiz mais uma vez o desenho.
Mas ele foi recusado como os precedentes:
- Este é muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado.
E arrisquei:
- Esta é a caixa. O carneiro está lá dentro.

Então eu desenhei.
Olhou atentamente, e disse:- Não! Este já está muito doente. Desenha outro.
Desenhei de novo.
O meu amigo sorriu com indulgência:- Bem, isto não é um carneiro. É um bode... Olha os chifres...
Fiz mais uma vez o desenho.
Mas ele foi recusado como os precedentes:- Este é muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado.
E arrisquei:
- Esta é a caixa. O carneiro está lá dentro.

Mas fiquei surpreso de ver iluminar-se a face do meu pequeno juiz:
- Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro?
- Porquê?
- Porque é muito pequeno onde eu moro...
- Qualquer coisa chega. Eu dei-te um carneirinho de nada!
Inclinou a cabeça sobre o desenho:
- Não é tão pequeno assim... Olha! Adormeceu...
- Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro?
- Porquê?
- Porque é muito pequeno onde eu moro...
- Qualquer coisa chega. Eu dei-te um carneirinho de nada!
Inclinou a cabeça sobre o desenho:
- Não é tão pequeno assim... Olha! Adormeceu...
ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY
Adaptado de: O Principezinho
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Pensamento
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