quinta-feira, 19 de julho de 2007

Pensamento...


Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.

William Shakespeare

domingo, 15 de julho de 2007

Philia!


Philia é o amar um objecto que existe e, na existência desse objecto, é o gozar a sua presença e os prazeres que ele trará ás nossas vidas.


(...)


De facto, amizade ainda se trata de amor. Mas não é Eros. Espinoza defende que existem “diferentes desejos para diferentes objectos”(1).

(...)


Segundo Aristóteles, amizade “consiste mais em amar que ser amado”.


(...)


Como diz Comte-Sponville “aqui não existe carência, nem angústia, nem ciúme, nem sofrimento”(1).




(1) André Comte-Sponville - Pequeno tratado das grandes virtudes. 1ª edição



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Trabalho de Ética (por mim elaborado) no 1º ano do Curso de Licenciatura em Enfermagem. Título: O Amor

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Pensamento...


Aquilo a que a lagarta chama fim do
mundo, o homem chama borboleta.

Richard Bach

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Há muito...


Sim, deveria estar no meu canto a ver TV...
Mas não estou...
Há muito que não me sentia assim, cheio até não poder mais...

Cheio de tudo...


Memórias regressaram, querendo mandar abaixo projectos do futuro...

Não conseguiram...

Afastá-las será o melhor...


Sinto-me inseguro, desconfiado, com pouca confiança em mim mesmo...

Preciso de sair para outro lugar... Conhecer novos sítios.


Quero apenas desaparecer por uns tempos,

ou talvez não,

fugir apenas para um lugar onde possa descansar...


Há muito que não me sentia assim...

Hoje foi o culminar...


Chega.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Sempre, para Sempre...


Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor da pele


Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante


Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão


Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado


Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue, bem quente


Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca, nunca tocado


Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso


Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada, mas nada
Te faz contente, me faz contente


Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido


Há amor eterno
Sem nunca, talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez


Há amor de certezas
Que não trará dor
Amor que afinal
É amor,


Sem amor
O amor é tudo,
Tudo isto
E nada disto


Para tanta gente
É acabar de maneira igual
E recomeçar
Um amor diferente
Sempre, para sempre
Para sempre



Donna Maria

sábado, 30 de junho de 2007

Pensamento...


Agora já me consolei um pouco. Mas não de todo.

Antoine de Saint-Exupéry

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Para pensar...


Antes de começar a criticar os defeitos dos outros, enumere pelo menos 10 dos seus

Tempos Dificeis II...


Tempos Difíceis dois pode traduzir-se em tempos difíceis que dão prazer...


Acordo.

Lávo-me.

Visto-me.

Apanho o Comboio.

Vou ao café tomar o pequeno almoço.

Caminho para o hospital.

Vou fardar-me.

Presto cuidados.

Vou almoçar.

Presto cuidados.

Passo o turno.

Vou tirar a farda e vestir a minha roupa.

Vou ao café.

Fico com uma pilha de nervos.

Apanho o comboio.

Durmo.

Chego ao teatro.

Vou jantar.

Preparamos a luzes.

Preparamos o cenário.
Vestimo-nos.
Maquilhamo-nos.
Aquecemos a voz e o corpo.

Ouvimos o barulho lá fora.

Ouvimos as pessoas lá fora.

Cresce o nervosismo.

Ouvimos as pessoas dentro da sala.

Ficamos em pânico.

Ouve-se "muita merda"

Entramos.

Representamos.

Saímos.

Entramos.

Representamos.

Acaba.

Ficamos calmos.

Banho.

Cama.



Satisfação =)


No fim, tempos dificeis tornam-se em tempos que nos dão prazer...


Boas Divagações...!

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Título: ?


Não sei que título lhe hei-de dar...

Tal vez "divagação"? A divagar estou quase sempre, por isso não faria sentido...


Comecei bem, sem saber título.


Espera-se que tudo o que começa mal acabe mal...


Espero que tudo o que começa mal não acabe mal...


Sei onde estou, o que tenho para fazer... Talvez por isso haja esta preocupação de que tudo saia bem feito! Sei que a perfeição é inatingivel, mas sei também que posso ser minimamente perfeito...


Talvez, se não tivesse "metido" em tantas coisas nada disto acontecia...


Mas não consigo estar sem fazer nada. É certo que gosto de dormir. Mas também é certo que gosto do palco, das luzes, da plateia vazia, da plateia cheia, de ouvir "isso não é assim, faz doutra maneira", do cheiro que lá há. Gosto dos nervos de enferentar as pessoas, sem as ver... De representar e de sair do meu eu... De encarnar noutra pessoa e viver outros sentimentos.


Como consigo? Talvez me inspire noutras coisas. Noutras pessoas. Em mim próprio. No que me rodeia. Nas pequenas coisas que vejo sem os olhos... Talvez me inspire na minha paixão, na minha enfermagem, nas pessoas de quem cuido. Nas tristezas que vejo. Nas alegrias que estão à minha volta. Talvez me inspire nesta ou naquela pessoa.


Ou talvez não. Ou talvez seja uma coisa que não percebo bem como faço.

Mas sei que faço.

Sei que gosto de fazer.


Tem de correr bem.



Vai correr bem

Tempos Dificeis - Parte I


Acordo.

Lavo-me.

Visto-me.

Saio de Casa.

Apanho o Combóio.

Chego à escola.

Almoço.

Trabalho.

Saio da escola.

Apanho o combóio.

Chego ao teatro. Atrasado.

Começo a ensaiar.

Ensaio corre mal.

Chatices.

Encalhes de merda.

Saio do ensaio.

Vou para a estação.

Apanho o combóio.

Chego a casa.

Petisco.

Tomo banho.

Aqui estou agora.

Amanha levanto-me às 5.30.

Pensamento do Dia